A vida não anda fácil..
Confesso que não tenho andado bem. Que a cabeça tem pensado demasiado. Que o coração tem batido demasiado depressa. E que tenho chorado muito.
Contudo, é um choro que me faz bem. Que me alivia a alma. E que me acalma, de certa maneira.
Teria de chegar este dia, não é, amor?... O dia em que a relação com o H. me magoria demasiado... E nesse momento, teria de tomar uma decisão... Certo?...
Errado.
Não consigo tomar decisão e ando calmamente ao sabor da corrente.
Há dois dias tive um dia maravilhoso com o H.. Daqueles que nunca tivemos em Lisboa.. Daqueles em que fomos sinceramente felizes, desta nossa maneira tonta... Contudo, a noite chegou. E todas as suas atitudes de Bon Vivant voltaram.. Mostrando o que ele é... O quanto ele vale. No entanto, o moço não consegue permanecer calado..Não consegue não me dizer que se 'portou mal'. E, mais uma vez, deixei de sentir o tapete debaixo dos pés. Deixei de pensar por uns instantes e, numa tarde, chorei chorei chorei... Para me aperceber que nada faz sentido. Que não há futuro. Que tudo magoa demasiado para que continue assim. E quando tudo faz sentido. Quando a decisão está quase tomada.. Derreto. E lembro-me dele.
tudo o que é meu
Segunda-feira, 24 de Maio de 2010
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A respirar fundo.
E a acreditar que, qualquer dia, as coisas passam a fazer sentido. Passam a ser fáceis de entender. Em que eu acorde um dia e passe a perceber tudo em ti. Porque a história é sempre a mesma. Assim como a conversa. A mágoa é que passou a ser outra... Com o tempo, tudo passou a magoar muito mais.. Todas as tuas atitudes passam a ser cada vez menos perceptíveis ou lógicas.. És uma criança grande, sem rumo, sem objectivos e completamente perdida na vida. E mesmo assim, magoas, cá dentro, constantemente.. Queria entender o porquê.. Queria que dissesses de uma vez que não queres nada.. e que tivesses atitudes que assim o provassem.. Queria que me dissesses que não queres assumir nada, para no outro dia não me encheres a caixa de mensagens... Queria que dissesses que tivesses com outra pessoa, para no outro dia não me dizeres que tens uma prenda para mim.. Por isso deduzo que és uma merda. Uma valente merda. Porque não querendo, me prendes. Porque ignorando, entendes-me sempre como (só) tua. Porque estando sempre contigo, me continuas a faltar ao respeito.. E assim me sinto.. Completamente estúpida, qual adolescente perdida de amores, não conseguindo enfrentar a solidão sem ti. Preferindo esta vida de tolice, do que a estabilidade que pode estar, tão facilmente, ao alcance.. Sou estúpida. Por ti. E burra. Burra... BURRA!
E a acreditar que, qualquer dia, as coisas passam a fazer sentido. Passam a ser fáceis de entender. Em que eu acorde um dia e passe a perceber tudo em ti. Porque a história é sempre a mesma. Assim como a conversa. A mágoa é que passou a ser outra... Com o tempo, tudo passou a magoar muito mais.. Todas as tuas atitudes passam a ser cada vez menos perceptíveis ou lógicas.. És uma criança grande, sem rumo, sem objectivos e completamente perdida na vida. E mesmo assim, magoas, cá dentro, constantemente.. Queria entender o porquê.. Queria que dissesses de uma vez que não queres nada.. e que tivesses atitudes que assim o provassem.. Queria que me dissesses que não queres assumir nada, para no outro dia não me encheres a caixa de mensagens... Queria que dissesses que tivesses com outra pessoa, para no outro dia não me dizeres que tens uma prenda para mim.. Por isso deduzo que és uma merda. Uma valente merda. Porque não querendo, me prendes. Porque ignorando, entendes-me sempre como (só) tua. Porque estando sempre contigo, me continuas a faltar ao respeito.. E assim me sinto.. Completamente estúpida, qual adolescente perdida de amores, não conseguindo enfrentar a solidão sem ti. Preferindo esta vida de tolice, do que a estabilidade que pode estar, tão facilmente, ao alcance.. Sou estúpida. Por ti. E burra. Burra... BURRA!
Domingo, 16 de Maio de 2010
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Pegar no coraçãozinho... e arrumar para canto!
Porque vou fazer figura de miúda.
Porque me sinto como uma miúda.
Porque não sei agir não parecendo uma miúda.
Porque quando sentimos a sério... tendemos a sentirmo-nos mais pequeninos.. mais sinceros... mais reais...
E chegou a hora de afastar... ou de tentar fazer por isso... para não parecer uma miúda.. maluquinha! Porque me estás a tirar todo o juizinho que ainda resta! Já que deixei de te entender há 3 anos (3 anos.... 3 ANOS!) atrás... e continuo nisto! Haja parvoíce! A minha!
Porque vou fazer figura de miúda.
Porque me sinto como uma miúda.
Porque não sei agir não parecendo uma miúda.
Porque quando sentimos a sério... tendemos a sentirmo-nos mais pequeninos.. mais sinceros... mais reais...
E chegou a hora de afastar... ou de tentar fazer por isso... para não parecer uma miúda.. maluquinha! Porque me estás a tirar todo o juizinho que ainda resta! Já que deixei de te entender há 3 anos (3 anos.... 3 ANOS!) atrás... e continuo nisto! Haja parvoíce! A minha!
Sábado, 15 de Maio de 2010
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E confessei-me.
Disse tudo o que sentia. Tudo o que pensava. Tudo o que atormenta o pensamento. Me aperta o coração e me corrói a alma... Disse tudo o que quero. Revelei tudo o que não esperava. Chorei. E de mansinho, me calei. Porque as conclusões foram as mesmas. E as respostas muito poucas... Nesta fase, deveria bater o pé. Fechar a porta. Para não mais voltar. Mas sendo o sentimento como nunca pensei... e como sempre o neguei... não consigo. Não consigo acabar com tudo isto que me enche o coração. Não consigo acabar com o seu sorriso ou com o seu olhar... Porque se tornaram essenciais em mim. Para o meu caminho. Para o meu pensamento. Para a minha forma de estar. E assim.. Engano e sou enganada. Porque permito, bem sei. Porque não consigo acabar com a nossa cumplicidade, com os nossos sorrisos.. com o nosso bem-estar. Porque mais uma vez, tudo se contradiz nele... E me deixa com a cabeça cheia... ou demasiado vazia.
Disse tudo o que sentia. Tudo o que pensava. Tudo o que atormenta o pensamento. Me aperta o coração e me corrói a alma... Disse tudo o que quero. Revelei tudo o que não esperava. Chorei. E de mansinho, me calei. Porque as conclusões foram as mesmas. E as respostas muito poucas... Nesta fase, deveria bater o pé. Fechar a porta. Para não mais voltar. Mas sendo o sentimento como nunca pensei... e como sempre o neguei... não consigo. Não consigo acabar com tudo isto que me enche o coração. Não consigo acabar com o seu sorriso ou com o seu olhar... Porque se tornaram essenciais em mim. Para o meu caminho. Para o meu pensamento. Para a minha forma de estar. E assim.. Engano e sou enganada. Porque permito, bem sei. Porque não consigo acabar com a nossa cumplicidade, com os nossos sorrisos.. com o nosso bem-estar. Porque mais uma vez, tudo se contradiz nele... E me deixa com a cabeça cheia... ou demasiado vazia.
Sábado, 3 de Abril de 2010
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O coração pequenino e a cabeça a mil é que me tiram do sério.
Sendo assunto mais que falado e reflectido.. hoje em dia, não se fala de nada. Andamos saborosamente ao sabor da vontade dele e, por vezes, da minha... Criam-se assim toda uma série de suposições... De assuntos que me matam a cabeça. De ciúmes que não sei fazerem sentido existir. Mas que doem. Que me corroem cá dentro. Que me mantêm calada. Sei saber a atitude a tomar... Mais uma vez... E eu sei quais são exactamente esses dias... Sinto-os. Pressinto-os. Sei. E sei que deveria levantar queixo e confrontá-lo com tudo o que sinto cá dentro. Com todo o bem que me faz. Com tudo o que me fez crescer. Com todos os dias que conseguiria passar, durante muito tempo, com ele. Poderia fazer a declaração e dormir descansada. E assim saberia.
Sendo assunto mais que falado e reflectido.. hoje em dia, não se fala de nada. Andamos saborosamente ao sabor da vontade dele e, por vezes, da minha... Criam-se assim toda uma série de suposições... De assuntos que me matam a cabeça. De ciúmes que não sei fazerem sentido existir. Mas que doem. Que me corroem cá dentro. Que me mantêm calada. Sei saber a atitude a tomar... Mais uma vez... E eu sei quais são exactamente esses dias... Sinto-os. Pressinto-os. Sei. E sei que deveria levantar queixo e confrontá-lo com tudo o que sinto cá dentro. Com todo o bem que me faz. Com tudo o que me fez crescer. Com todos os dias que conseguiria passar, durante muito tempo, com ele. Poderia fazer a declaração e dormir descansada. E assim saberia.
Segunda-feira, 29 de Março de 2010
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Tinha prometido a mim mesma que iria cessar a procura. A escolha, apesar de arriscada e contraditória, era óbvia... O coração pende naturalmente para aquele lado. Com todos os seus defeitos. Com todas as suas contradições. Com todo o seu feitio. Com todas as suas dúvidas... é um facto que não consigo estar afastada durante muito tempo.. É um facto que é ele que procuro e que é a sua opinião que é realmente importante para mim... Não consigo combater esse mal. Não o consigo evitar. Não consigo parar com isto. E muitas vezes fico mal. Com ele. Principalmente comigo. Sinto-me ridicula. Sinto-me má. Mas com tudo é tão facil com ele. Quando é tudo tão natural. Quando é de coração... nada me parece assim tão mau..
Sábado, 2 de Janeiro de 2010
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